Treinador de Goleiro, seu lugar é no Campo de Jogo!


EDITORIAL ABTG

A ABTG denunciou para a FEDERAÇÃO MINEIRA DE FUTEBOL e a CBF um expediente que agride, ofende e prejudica a atuação do Treinador de Goleiros em suas atividades além de DESCUMPRIR o REGULAMENTO da competição, praticado pelo Atlético Mineiro.

A Comissão Técnica do Atlético Mineiro comandada por Sampaoli tem por hábito, substituir o treinador de goleiros por um de seus analistas de desempenho nos jogos oficiais. O Analista de Desempenho "assina a súmula no lugar da vaga reservada ao Treinador de Goleiros".

Tal prática contraria a lógica, desrespeita o treinador de goleiros e vai contra a regra do jogo. O que pensar do clube que permite que alguém assine no lugar reservado a um colega de carreira, de comissão, de profissão, poor alguém que desempenha outra ESPECÍFICA função?

O que o Atlético Mineiro está fazendo é permitir que o seus comandados descumpram o regulamento assinado por todos os clubes participantes, ferindo assim o princípio básico da competição, alem de estimular algo perto da trapaça.

O Treinador de Goleiros conquistou este DIREITO com esforço e décadas de trabalho vitorioso. "Quem acredita que um Treinador de Goleiros é aquele que apenas chuta bem uma bola", está fora de sintonia com o Futebol Moderno. Somos os melhores do mundo na função e na posição, os fatos não nos desmentem, apenas corroboram.

No vídeo a ABTG através do Presidente Roberto Palmieri, ex goleiro, explica a afronta ao trabalho e a atuação do Treinador de Goleiros feita pelo Treinador Sampaoli no Atlético Mineiro.

A ABTG REPUDIA esta prática, e em nome do Futebol Brasileiro, AGUARDA que o Atlético Mineiro tome as devidas providências em RESPEITO à toda classe.

Imaginemos a seguinte cena, o Presidente do Atlético Mineiro, cedendo a cadeira de Presidente para o Analista de Desempenho sem que haja uma eleição, o Médico cedendo a cadeira para o Analista de Desempenho sem que este esteja devidamente habilitado para exercer a profissão, o Sampaoli cedendo sua cadeira para o Analista de Desempenho sem que este seja certificado pela CBF ou UEFA? E se o Analista de Desempenho cedesse a cadeira para o Treinador de Goleiros, que sem preparo ou capacidade a tentasse exercer? E se isso fosse feito apenas e de forma ardilosa, para fazer um Profissional se passar pelo outro?

Que nome daremos a isso e que tipo de pena este deve sofrer?

O Futebol brasileiro vem sofrendo a má sorte de infortúnios dentro e fora do campo, e estes provocados por mãos velozes em garantir vantagens e benefícios em forma de corrupção. Os fatos falam por si. A prática de se fazer passar pelo outro, o desrespeito às regras e aos valores morais básicos, o desrespeito ao próximo, não contribuem para que superemos as duas décadas sem um título mundial e a reconquista da credibilidade. Temos que começar a moralizar o futebol aqui dentro de nossa casa, nas ruas... do futebol de várzea ao Brasileiro da Série A.

Em nome do bom senso, da lisura, do respeito, da transparência, do Fair Play e do cumprimento às regras do jogo, aguardamos que a lógica seja respeitada e restabelecida.

À FEDERAÇÃO MINEIRA

À CBF

Ao Clube Atlético Mineiro

Aos Torcedores Brasileiros

A todos os Treinadores de Goleiros do Brasil EDITORIAL ABTG

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